O que se convencionou chamar de música clássica ou erudita é
melhor definida como música de concerto. O
termo erudito provém do latim ‘eruditus’, significando ‘educado’ ou
‘instruído’. A música elaborada neste estilo desenvolveu-se segundo os moldes
da música secular e da liturgia ocidental, em uma escala temporal ampla que vai
do século IX até os nossos dias. Suas regras essenciais foram estruturadas
entre 1550 e 1900. Esta música engloba várias modalidades, desde as complexas
fugas até as operetas, criadas para entreter os ouvintes.
Segundo o Dicionário Grove de Música, música erudita é música que é fruto da erudição e não das práticas
folclóricas e populares. O termo é aplicado a toda uma variedade de músicas de
diferentes culturas, e que é usado para indicar qualquer música que não
pertença às tradições folclóricas ou populares.
A expressão
‘música clássica’ passou a ser usada a partir de princípios do século XIX,
quando houve a intenção de se transformar a era que inicia com Bach e vai até
Beethoven, em um período de ouro. Atualmente este rótulo é aplicado tanto à
música clássica, no sentido de produção de alto nível, quanto à erudita no
todo.
Assim , quando
ouvirmos as Quatro estações de Vivaldi ou Polonese de Frederic Chopin,estamos ouvindo música de
concerto. Vivaldi do período barrôco e Chpin do peródo romântico.Ma sem dúvida
nenhuma, músicas de alto nível que fazem
parte da História da Música Universal.
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Fernãnda Ribeiro
Pianista, multi-instrumentista e Diretora da Academia de Música Santa
Cecília-Itabuna-BA


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