Imagine.
Uma viagem, por onde quer que seja, sempre vem carregada de uma dose cavalar de
sentimento. A vida é tão rica e cheia de pequenos detalhes que as vezes se
passam sem que o percebamos. Quantas vezes não reclamamos que "estamos
velhos demais" "não devo mais fazer isso"? Resguardamos nosso
olhar da possibilidade de surpresa, da possibilidade de deslumbramento, porque
nos julgamos "maduros", "vividos", e uma outra porção de
adjetivos que somam apenas a conta dos que se frustram e se privam de viver o
turbilhão de emoções que possuem dentro de si.
Nossos olhos tem que estar sempre como novos. Se temos algo diferente a fazer, devemos encará-lo com os olhos de quem quer que isso o torne um ser humano diferente. Que se some a sua experiencia, que te faça deslumbrar-se, maravilhar-se, embasbacar-se cada vez mais. Não podemos simplesmente encarar passivamente. Devemos sim, encarar com os olhos
de uma criança que vive suas primeiras experiências, de um viajante que há pouco chegou em um lugar desconhecido. Cada porta aberta, cada curva, cava queda soma para fazer de cada passo na vida algo inesquecível.
É legal quando o que você sente ou pensa encontra ressonância no coração das outras pessoas.
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Pedro Paulo é
estudante, escritor, pensador nas horas vagas e poeta quando a
inspiração vem. Há 14 anos vive na Bahia, terra que o inspira e onde
nasceram seus primeiros versos. Atualmente escreve no Domingo Literário
aqui no EuVejoArte.blogspot.com e seu blog pessoal é
fonte da imagem: http://sedimentosdateca.blogspot.com.br/2010/02/feliz-olhar-novo.html


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