Não há café melhor em toda Ilhéus, com variação
das marcas desse produto. Quando Dona Antônia passa com ele entre nós, não há
quem resista. Ela vai e volta, e a gente fica com aquela cara de pidão. Mas há
um forte motivo: ela sabe muito bem preparar e servir essa marca da gentileza
brasileira.
Sou capaz de ir até a Fundação Cultural de Ilhéus somente para provar o café de lá. Não cabe nem colocar no diminuto como prova de carinho e afeto, porque a xícara nunca seca, e ela com seu charme a atenção, faz questão de nos servir esse preto amado café.
A sensação que tenho, após esses momentos, ela nos trata de maneira amada. Dona Antônia é uma das pessoas que mais admiro na Casa de Cultura Jorge Amado/FUNDACI. Aurita é outra figura exemplar e muito querida, já faz parte da história desse Palacete Amado, com anos dedicados a cultura ilheense e sempre bem informada sobre a história da vida e do ilustre cidadão ilheense.
Quem já teve a sorte de saborear esse preto, deve imaginar que merece ser tombado. Vamos pedir para ter o registro da receita do café de Dona Antônia. (Obrigado pelo café e o lindo sorriso.)
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Alderacy Pereira da Silva Júnior é pesquisador da obra de Jorge Amado, e autor da proposta de sarau Tributo ao Jorge Amado, que contempla as pesquisas Jorge Amado para crianças e adolescentes, a recepção da obra jorgeamadiana e a história cultural do País. Esse projeto teatral teve forte influencia nas produções "Fantasia Jorgeamadiana" e "Poeta de sete faces", e em especial a iconografia das obras de Jorge Amado e os cds baseados nessa rico imaginário literário.


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